Aldeias de Gois - Comareira, Aigra Nova, Aigra Velha e PenaInserido na rede de Aldeias do Xisto, este agrupamento de quatro aldeias do Concelho de Góis - Comareira, Aigra Nova, Aigra Velha e Pena - estão integradas numa estrada panorâmica que as ligará ao Trevim, o ponto mais alto da Serra da Lousã, a Santo António da Neve e a outras aldeias situadas na vertente oposta da serra. É com os olhos postos no alto que se agradece a existência destas aldeias-memória e a sua recente e progressiva transformação em aldeias-futuro, a chamar para cada uma delas uma nova alma que as belíssimas pedras de xisto, por si só, não podem conter. Em Aigra Velha poderá ouvir as histórias antigas de caravanas de comerciantes que vagueavam pela serra e paravam para pernoitar. À noite havia lobos, o que levou os habitantes a cortar a única rua da aldeia e a fazer ligações internas entre as casas. Estas paredes de xisto, rodeadas de pastagens verdes, são o abrigo antes de partir à descoberta do parque florestal da Oitava e da Ribeira da Pena. Soalheira todo o dia, a Comareira é feita de casas aninhadas umas nas outras, avistando a paisagem que se estende até perder de vista. Os habitantes orgulham-se de dizer que este é um ponto estratégico para os visitantes das Aldeias do Xisto que se interessem pelas praias fluviais desta região, pelo Parque Florestal da Oitava ou pelos numerosos passeios pedestres organizados pela liga de amigos. Aqui pode-se pernoitar na Casa da Comareira. A Aldeia da Pena retira da água cristalina da ribeira todos os proveitos. Ali ao lado, os Penedos de Góis são uma proposta de aventura para os mais ousados. E ao fim do dia, o repouso mora na casa de Turismo Rural, Casa da Cerejinha, uma construção típica adaptada para turismo de habitação. Mais informações sobre estas aldeias aqui. fonte: Rede das Aldeias do Xisto
Aldeias da Lousã - Talasnal, Casal Novo e ChiqueiroTalasnal, Casal Novo e Chiqueiro são aldeias cravadas na serra da Lousã, ligadas entre si pela história e cultura comuns, mas sobretudo pelo viver genuíno das gentes. Ao reabilitarem-se casas e condições de vida, recuperam-se os sorrisos que nestas três aldeias voltam a chamar quem aprecie o casario encostado a ruas estreitas e as fontes que cantam os segredos da Serra. Descobrir estas três Aldeias do Xisto representa mergulhar no mundo mágico da Serra da Lousã, embrenhar-se numa vegetação luxuriante por onde espreitam veados, corços, javalis e muitas outras espécies, algumas raras e protegidas. Aqui reina a Natureza, sensível, que pede respeito. Mas que permite inúmeras possibilidades de lazer e de desportos activos. Aqui sente-se o pulsar da terra e a sua comunhão com os homens quando se avistam ao longe as aldeias. Parecem ter nascido do solo xistoso, naturalmente, como as árvores. Hoje, as suas raízes somos todos nós. Mais informações sobre estas aldeias aqui. fonte: Rede das Aldeias do Xisto
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